Bárbara Eugenia

Bárbara Eugenia – português

Bárbara Eugenia é carioca, mas mora em São Paulo desde 2005 e foi na paulicéia que iniciou sua carreira musical efetivamente. Mais de dez anos depois, entre shows nacionais e internacionais e diferentes projetos, em 2018 ela se prepara para o lançamento de seu quarto álbum autoral.

 

Na bagagem, ela carrega o convite feito pelo produtor musical Apollo 9 para participar da trilha sonora do filme “O cheiro do ralo” (do premiado cineasta Heitor Dahlia), em 2007. No ano seguinte, ao lado do músico Edgard Scandurra – e contando com as participações de Arnaldo Antunes, Henrique Alves, Chris Hidalgo, Juliana R, entre outros – iniciou o projeto musical “Les Provocateurs”, uma homenagem ao cantor francês Serge Gainsbourg.

 

Na mesma época, Bárbara participou da turnê da banda “3namassa”, onde conheceu Junior Boca, responsável pela produção de seu primeiro disco “Journal de Bad” (2010). O álbum inaugural conta com participações de músicos importantes para a música brasileira, como Edgard Scandurra, Tom Zé, Pupillo, Dengue, Karina Buhr e Guizado. Em “Journal da Bad”, Bárbara também recebeu faixas inéditas de Jam da Silva, Tatá Aeroplano e Junio Barreto, além de fazer versões de Fernando Catatau e Tom Zé.

 

Trilhando uma carreira que se consolidava, Bárbara foi convidada para fazer parte de grandes projetos, como o dvd Amigos Invisíveis de Edgard Scandurra; a coletânea Literalmente Loucas (Elas cantam Marina Lima); a música-tema do filme “Abismo Prateado” de Karim Ainouz; as participações nos eventos VMB, ao lado de Marina Lima, e Trip Transformadores, com Luiz Melodia e Wilson das Neves; a gravação do programa Som Brasil (Globo); as coletâneas “Re-trato”, disco-tributo ao Los Hermanos, e “Mulheres de Péricles”, disco-tributo a Péricles Cavalcanti; e também a segunda temporada do programa Cantoras do Brasil (Canal Brasil), homenageando Vinicius de Morares e o programa Clubversão da HBO (ainda inédito).

Em 2012, foi uma das ganhadoras do concurso do selo Oi Música, intitulado Festival MPTM (música para todo mundo), onde foi contemplada com a gravação de seu segundo disco e de um show de lançamento. Nasceu então “É o que temos” (2013), com produção de Clayton Martin (Cidadão Instigado) e Edgard Scandurra. O disco conta comparticipações como as de Pélico, Tatá Aeroplano e Mustache e os Apaches, e rendeu para Bárbara Eugenia o prêmio Multishow de Música Brasileira por versão do ano com a faixa “Porque Brigamos”, sucesso de Neil Diamond eternizado em português pela cantora Diana.

 

Em 2014, Bárbara se juntou a Chankas (guitarrista da banda instrumental paulistana Hurtmold) para criar “Aurora”. Este trabalho foi composto e produzido pela dupla e traz canções em inglês inspiradas em Beatles, Neil Young, country e folk dos anos 60.

 

2015 foi a vez de “Frou Frou”. Terceiro álbum solo da cantora, chegou ao mundo produzido pela própria e por seu parceiro de longa data Clayton Martin. Mantendo colaborabores fieis como Tatá Aeroplano, Peri Pane, Edgard Scandurra Regis Damasceno e Dustan Gallas, o disco contém 13 faixas, tendo uma inédita do Cidadão Instigado – “Recomeçar” – e uma versão de “Cama”, do Cérebro Eletrônico, além de uma parceria com Rafael Castro, outra com Peri Pane e arrudA e algumas criações conjuntas com sua banda.

 

Chegando em 2017, a artista se une ao sempre parceiro Tatá Aeroplano para a construção de um álbum em conjunto, autoral e delicado, intitulado “Vida Ventureira”. Ao lado de Dustan Gallas, Junior Boca, Bruno Buarque, Clayton Martin e Lenis Rino, além de parcerias inéditas, o disco conta a história de um casal pé na estrada viajando pelo mundo. Um filme cantado, tocado, imaginado, musicado. É a saga de duas pessoas sonhadoras e criativas, que saem numa viagem de descobertas e libertação.

 

Atualmente Bárabara Eugenia prepara seu quarto disco, que celebrará os 10 anos de carreira autoral, repleta de música, resistência e amor.

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